Sindicato dos Motoristas quer manter empregos dos cobradores do transporte coletivo urbano

O presidente do Sindicato dos Motoristas de Marília e Região, Moacir Baldicera, destacou que a entidade segue na luta para garantir os empregos dos cobradores das empresas que prestam o serviço do transporte coletivo urbano. “Se aceitássemos o acordo da forma como foi apresentada, os cobradores não estariam garantidos. Por isso apresentamos uma nova posição patenra que os empregos dos cobradores fossem mantidos”, afirmou.

A categoria aceitou reajuste salarial de 9%, índice de 9% sobre a PLR (Participação do lucros e resultados) e aumento de R$180,00 para R$200,00 no tíquete alimentação. Hoje são 300 colaboradores que trabalham nas duas empresas que oferecem o transporte urbano na cidade de Marília. Baldicera ponderou que a entidade sindical irá batalhar de modo intenso a fim de garantir os empregos dos cobradores. ” Até segunda-feira, dia 13, estaremos aguardando resposta das empresas para a garantia dos postos de trabalho dos compradores”, disse o presidente Moacir Baldicera.

O sindicalista observou que a categoria e a entidade sindical ficaram satisfeitas com o avanço das rodadas de negociação da campanha salarial, contudo o acordo com as campanhas só não foi assinado por conta da cláusula que assegura comissão no salário e no tíquete alimentação aos motoristas que desenvolvem a atividade de cobrador. “Como expliquei, se aceitássemos o acordo desta forma, prejudicaríamos os cobradores. Sindicato está para lutar pelo emprego dos cobradores e motoristas”, disse. Baldicera lembrou que a entidade sindical é contra o acúmulo de função de cobrador para os motoristas.

A entidade aguarda uma nova redação ao acordo da campanha salarial, com a retirada da cláusula que afeta os cobradores. A expectativa é que o novo acordo seja assinado nesta segunda. Atualmente as duas viações que realizam o transporte coletivo urbano da cidade de Marília empregam mais de 600 trabalhadores. “Estamos orientando os motoristas a não aceitar o acúmulo de função de cobrador. Esta é uma situação ruim para todos, pois passa a ser mais uma responsabilidade para o motoristas e o risco de ocorrer uma quebra de caixa é grande, já que os motoristas precisam estar atentos ao volante e não em receber as passagens ou fazer o troco para os passageiros”, afirmou.

 

Fonte: Jornal Cidade 13/07/2013 – 19/07/2015

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